Entenda a diferença entre mindfulness e meditação

Qual a diferença entre mindfulness e Meditação?

A meditação nos últimos anos vem se fazendo presente na vida das pessoas e ela nada mais é do que aprender e entender a mente para acalmá-la e acabar com o sofrimento humano.

Existem mais de 500 tipos de meditações, elas variam de acordo com a cultura e tradições espirituais ao redor do mundo.

Se você já é um praticante da meditação ou esta começando suas buscas para aprender esta arte agora, já deve ter se deparado com a palavra “Mindfulness”.

Mindfulness anda lado a lado com a meditação, mas você sabe o que ele significa e quais as diferenças?

Neste artigo sobre meditação e mindfulness, a mais consciente trabalha as diferenças e desmitifica cada uma das práticas para você.

Mindfulness – O que é

Apesar de possuir em suas raízes conceitos da meditação budista (busca pela serenidade) o mindfulness ensina a pessoa a ter foco e atenção.

O mindfulness não controla a mente, ele ensina a pessoa a desenvolver a capacidade de estar focado no momento presente, em outras palavras você desenvolve a consciência. Também é um conjunto de práticas que treinam a pessoa para desenvolver um estado de atenção plena.

O mindfulness é um exercício que pode ser praticado durante todo o dia, afinal ele é o ato de prestar atenção e estar presente de corpo e alma em qualquer local.

Suas diferenças

Três passos básicos diferem o mindfulness da meditação, esses passos são:

  • Não há a utilização de mantras, o mindfulness utiliza o corpo e a respiração;
  • Sua base de formação e aperfeiçoamento é a ciência moderna e suas pesquisas;
  • Utiliza os benefícios das práticas milenares (principalmente o budismo) de forma laica, sem vínculo com religião.

Meditação – o que é

A meditação engloba muito mais coisas que o mindfulness, a meditação busca centralizar suas energias na serenidade e controle da mente do ser humano.

Direciona as energias da pessoa para atrair e mentalizar coisas boas.

A meditação é uma prática que deve ser realizada em um momento reservado apenas para isso, toda a concentração deve estar voltada para as energias desejadas.

Além disso, a meditação utiliza artifícios como mantras, repetições de palavras/frases para potencializar as energias que deseja conquistar.

Afinal, qual escolher e praticar?

É errado dizer que você fazer um ou fazer outro, de modo geral às duas práticas se completam.

Comece refletindo sobre o que você quer melhorar. Atenção plena e constate consciência do presente ou paz interior e controle da mente?

Claro que tanto a meditação quanto o mindfulness tem seus benefícios, mas porque não começa praticando um pouco de cada para ver qual dos dois te agrada mais.

O importante é adotar uma prática que você realmente goste de fazer e se sinta bem em estar realizando.

Para mais informações consulte nossos professores na Mais Consciente, aqui temos profissionais altamente qualificados prontos para lhe instruir e tirar qualquer dúvida.

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Plataforma de mindfulness do google

Google e o seu programa de Mindfulness: Search Inside Yourself

Os programas de mindfulness (atenção plena) tem se tornado cada vez mais comum dentro das empresas ao redor do mundo.

Gigantes do mercado já apostam nas técnicas para melhorar a produtividade, criatividade e atenção de colaboradores, gestores e lideres.

Hoje daremos o exemplo da gigante do mundo da tecnologia a Google. Que nos últimos anos passou a investir muito em mindfulness, a ponto de criar uma plataforma própria de treinamento em meditação e mindfulness.

Search inside yourself

Programa de mindfulness do google

Programa de mindfulness do google

Em português o nome da plataforma de mindfulness do Google, significa algo como Busque em si mesmo. Carinhosamente apelidado como SIY.

A plataforma é definida como um curso de liderança e inteligência emocional, com foco no mundo corporativo.

Baseado nas práticas de mindfulness e os mais avançados estudo sobre neurociência a plataforma tem conquistado milhares de adeptos ao redor do mundo.

Segundo o próprio Google, o objetivo da plataforma é estimular a produtividade e bem-estar dentro das organizações, para que colaboradores, gestores e lideres possam criar um mundo melhor para os outros e para si mesmo.

Search inside yoursel foi a iniciativa de um engenheiro, chade-meng Tan e acabou se tornando mundialmente conhecida.

Porque o nome Search Insede Yourself

Como o próprio idealizador da ideia defini, Chade-meng Tan, nomeou a plataforma como  “Search Insde Yourself” como uma peça do principal negócio da Google a “pesquisa”. Sendo uma maneira criativa de incentivar os engenheiros da Google a  buscar em si mesmo desenvolver autoconsciência emocional, não apenas criar um código excelente.

Como o programa funciona?

Segundo definições do Google, o site ensina aos participantes a neuro ciência por trás da atenção plena e como aprender a utiliza-la.

Tornando-se uma habilidade fundamental quer permite, consciência  emocional, uma mente calma e clara.

Webinários ao vivo

2 Dias de aula ao vivo, dando introdução a neurociência, atenção plena e as cinco capacidades da inteligência emocional.

Facilidades da prática virtual

Durante quatro semanas, você recebera por E-mail materiais e recursos especiais preparados por neurocientistas.

Você ainda participara de mais um webinar de uma hora de duração. Para se reconectar com o professor e  grupo para revisar os aprendizados e definir um plano  para continuação do treinamento adquirido.

O Google ainda conclui definindo seu treinamento da seguinte forma: “Originalmente desenvolvidos pelos principais especialistas do Google, nossos programas ensinam atenção prática, inteligência emocional e ferramentas de liderança para liberar todo o seu potencial no trabalho e na vida.”

Público alvo do SIY

Definições dadas pela plataforma: nosso último relatório de impacto, com dados de mais de 1.500 participantes do programa global Search Inside Yourself, demonstra o impacto positivo que o programa tem na atenção plena, inteligência emocional, resiliência, gerenciamento de estresse, empatia e muitas outras dimensões.

A plataforma de mindfulness do Google visa impactar positivamente a vida das pessoas e transformar o mundo em um lugar melhor para profissional indiferente da sua área de atuação.

 

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Mindfulness para empresas

Google, Apple e Nike Utilizam o Mindfulness para melhorar o ambiente de trabalho!

O assunto mindfulness nunca esteve tão em alta, e não é para menos, essa é uma técnica que tem revolucionado ambientes de trabalho ao redor do mundo.

Quando se escuta pela primeira vez Mindfulness, logo se imagina um monge no alto de uma montanha meditando, não é mesmo?

No entanto, além de reduzir os níveis de estresse e ansiedade o mindfulness melhora a criatividade, a memória e a empatia.

Dessa forma os estímulos vão além do bem-estar do funcionário, refletindo diretamente em números para a empresa.

Uma vez que a produtividade, concentração e foco absoluto torna-se comum na vida do colaborador.

Redução de gastos

Redução de custos com despesas médicas

Redução de custos com despesas médicas

 

Segundo David Gelles autor do livro Minful work, um colaborador com altos níveis de estresse pode custar cerca de R$2,000,00 por ano.

Isso se deve aos custos médicos e a perca de produtividade no trabalho, resultando em baixos números para a empresa.

Em seu livro Gelles demonstra, a redução de 7% de custos com despesas médicas por parte da gigante dos seguros Aetna.

Isso foi possível, pois a empresa incentivou seus funcionários  a fazerem pausas durante o trabalho, para focar na respiração durante o trabalho.

O que resultou uma economia de 6.3 milhões por parte da empresa.

Mindfulness  no Google

Google aposta em Mindfulness

Google aposta em Mindfulness

O mindfulness também foi extremamente efetivo na gigante do mercado de tecnologia.

Na divisão onde foi desenvolvido o programa Search inside Yourself foi criado.

Resultados em Mountain view:

Os níveis de estresse reduziram de 58% para 24%;

A produtividade subiu de 36% para 68%;

A capacidade de liderança subiu  de 17% para 46% entre os adeptos.

Os benefícios do mindfulness é contagioso

Com tantos resultados expressivos sendo evidenciados por grandes nomes do mercado, naturalmente outras empresas começaram a apostar no Mindfulness para seus colaboradores.

A mundialmente famosa editora Pearson, transformou todas as suas salas de amamentação em salas de meditação. Tornando-se cultura da empresa.

E você pensa que são poucas empresas apostando no mindfulness, para reduzir custos, aumentar a produtividade e triplicar sua receita anual?

Empresas de calibre como Nike, Salesforce e Yahoo Também construirão espaços para a prática em todos os seus escritórios.

A tão famosa Salesforce, acreditou tanto, na prática, que na inauguração de seu escritório em São Francisco, implementou salas de mindfulness em todos os andares.

Acreditando ainda mais a Nike, oferece para seus colaboradores e lideres workshops e aulas de meditação para acalmar a mente de seus funcionários.

Um grande evangelizador do Mindfulness Corporativo foi Steve Jobs.  Que desde a juventude erá praticante de meditação e incentivava a prática a seus colaboradores e executivos.

Implemente o Mindfulness no trabalho

O mindfulness é uma prática para equilibrar espirito, mente e corpo.

Seus benefícios psicológicos refletem na sua saúde física, estar em paz consigo mesmo, presente para sua vida, pode prevenir até mesmo quadros de depressão, frustração e desanimo no trabalho.

Uma pequena  pausa de 3 minutos diários, já traz resultados muito expressivos.

Anote em um caderno os benefícios, muito provavelmente em alguns dias você começara a sentir os resultados apresentados a cima.

Mindfulness no dia a dia

O mindfulness pode ser aplicado a todas as áreas da sua vida.

Estar presente, consciente para as situações vão lhe permitir tomar decisões mais assertivas.

A baixa da ansiedade, do estresse e falta de foco, vão permitir um controle emocional e direto da sua vida.

Caso você queira conhecer mais de perto e se aprofundar, conheça nosso curso de Mindfulness.

Este curso tem seu modulo para empresas e para pessoas comuns.

Durante 8 semanas, uma vez por semana em 2 horas iremos te ensinar na prática o mindfulness.

Curso de Mindfulness.

Neurociência: A Meditação Muda o Cérebro

Sara Lazar, neurocientista do Massachusetts General Hospital e Harvard Medical School, foi uma das primeiras cientistas a analisar os efeitos da meditação no cérebro. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode literalmente mudar seu cérebro. Ela explica:

Q: Por que você começou a pesquisar sobre meditação e os efeitos da prática no cérebro?

Lazar: Um amigo e eu estávamos treinando para a maratona de Boston. Eu tive algumas lesões na corrida, então fui a um fisioterapeuta que me disse para parar de correr e começar a me alongar. Então eu comecei a praticar yoga como uma forma de terapia física. Eu comecei a perceber que era algo muito poderoso, que tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como aquilo funcionava.

O professor de yoga fez todos os tipos de alegações, que a ioga iria aumentar sua compaixão e abrir seu coração. E eu pensava: ‘Sim, sim, sim, eu estou aqui para alongar.” Mas eu comecei a perceber que eu estava mais calma. Eu era mais capaz de lidar com situações mais difíceis. Eu estava mais compassiva e de coração aberto, e capaz de ver as coisas do ponto de vista dos outros.

Eu pensei, talvez fosse apenas efeito placebo. Mas então eu fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência e vi evidências de que a meditação estava sendo associada com diminuição do estresse, diminuição da depressão, ansiedade, dor e insônia, e um aumento da qualidade de vida.

Nesse ponto, eu estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então, eu mudei e comecei a fazer esta pesquisa como um pós-doutorado.

Q: Como você fez a pesquisa?

Lazar: O primeiro estudo analisou os meditadores experientes versus um grupo de controle. Descobrimos que os meditadores experientes têm uma maior quantidade de matéria cinzenta na ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo, e sensorial. O que faz sentido. Quando você está consciente, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, à experiência do momento presente, e reduzindo a cognição, seus sentidos ficam mais aguçados.

Também descobrimos que tinham mais matéria cinzenta no córtex frontal, que está associada com memória de trabalho e tomada de decisões executivas.

É bem documentado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – é mais difícil de entender as coisas e lembrar coisas. Mas nesta região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade apresentaram a mesma quantidade de matéria cinzenta de jovens de 25 anos.

Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e as colocamos em um grupo de um programa de redução de estresse baseada em práticas meditativas de atenção plena com duração de 8 semanas.

Q: O que descobriram?

Lazar: Encontramos diferenças no volume cerebral após oito semanas em cinco regiões diferentes nos cérebros nos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos espessamento em quatro regiões:

 

1. A diferença principal, encontramos no cingulado posterior, que está envolvido em divagações mentais, e auto relevância.

2. O hipocampo esquerdo, que auxilia na aprendizagem, cognição, memória e regulação emocional.

3. A junção temporo parietal, ou TPJ, que está associado com a tomada de perspectiva, empatia e compaixão.

4. Uma área da haste do cérebro chamada de Pons, onde uma grande quantidade de neurotransmissores reguladoras são produzidos.

A amígdala, a parte de lutar ou fugir do cérebro que é responsável pela a ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área diminuiu de tamanho no grupo que passou pelo programa de redução de estresse baseado em meditação de atenção plena.

A mudança na amígdala também se correlacionou com uma redução nos níveis de stress.

Q: Então, quanto tempo é que alguém tem que meditar antes de começar a ver mudanças em seu cérebro?

Lazar: Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas.

Em um programa de redução de estresse baseado na meditação de atenção plena, nossos participantes faziam uma aula semanal. Eles receberam uma gravação e foi dito para que praticassem por 40 minutos por dia em casa. E é isso.

Q: Então, 40 minutos por dia?

Lazar: Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticavam 40 minutos praticamente todos os dias. Algumas pessoas praticavam menos. Alguns apenas um par de vezes por semana.

Em meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou cerca de meia hora por dia.

Q: Dado o que sabemos a partir da ciência, o que você incentiva os leitores a fazer?

Lazar: Meditação é como exercício. É uma forma de exercício mental, treino da mente, realmente. E assim como o exercício aumenta a saúde, ajuda-nos a lidar com o estresse melhor e promove a longevidade, meditação pretende conferir alguns desses mesmos benefícios. Mas, cientificamente, ainda é cedo para tentar descobrir o que a prática pode ou não pode proporcionar.

Parece ser benéfico para a maior parte das pessoas. A coisa mais importante se você quer tentar, é: encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também complexo. Você tem que entender o que está acontecendo em sua mente. Um bom professor é fundamental.

Q: Você medita? E você tem um professor?

Lazar: Sim e sim.

Q: Que diferença isso fez na sua vida?

Lazar: Eu venho praticando há 20 anos, por isso teve uma influência muito profunda em minha vida. É muito fundamental. Estresse foi reduzido, me ajuda a pensar com mais clareza. É ótimo para relações interpessoais. Eu tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.

Via Washington Post e  Lojong

Por Sara Lazar

 

Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a atender às reivindicações de estudo sobre os benefícios da meditação e mindfulness e a testá-los em imagens do cérebro.

Mindfulness corporativo: Porque e como aplicar dentro das empresas?

Mindfulness e meditação fizeram incursões profundas no mundo corporativo. Os benefícios são comprovados, observa este artigo de opinião de Christian Greiser e Jan-Philipp Martini, do Boston Consulting Group.

Greiser é um sócio sênior, diretor administrativo e líder global da prática de operações da empresa que trabalha com líderes seniores em todo o mundo. Martini é um associado que oferece suporte a clientes em todo o mundo em transformações ágeis em toda a empresa.

Mercados voláteis, desafiando as demandas dos consumidores, e as interrupções tecnológicas resultantes da digitalização e da Indústria 4.0 estão produzindo taxas de mudança sem precedentes.

Em resposta, as empresas trabalharam para aumentar a agilidade organizacional, na esperança de promover a inovação e encurtar os ciclos de entrada no mercado. No entanto, as experiências organizacionais e o condicionamento sociológico geralmente impedem a verdadeira agilidade.

Como resultado, muitos desses esforços ficam aquém de seu objetivo de gerenciar a incerteza gerada pela mudança. Mas outro movimento – o Mindfulness – ajudará as empresas a superar esses desafios.

Mindfulness é uma ideia centenária que foi reinventada para enfrentar os desafios da nossa era digital. Em essência, mindfulness descreve um estado de estar presente no momento e deixar para trás a tendência de julgar.

Permite que se pare em meio ao influxo constante de estímulos e decida conscientemente como agir, em vez de reagir reflexivamente com padrões de comportamento arraigados. A atenção plena, portanto, é perfeitamente adequada para contrabalançar os desafios da era digital de sobrecarga de informações e constante distração.

Os benefícios da atenção plena são claros e comprovados. Os programas de conscientização ajudam os líderes e os funcionários a refletir de forma eficaz, concentrar-se nitidamente na tarefa, dominar os níveis máximos de estresse e recarregar rapidamente.

Em nível organizacional, a atenção plena reduz os dias de doença, aumenta a confiança na liderança e aumenta o engajamento dos funcionários. Além disso, a atenção ajuda a liberar todo o potencial das transformações digitais e ágeis. Novos processos e estruturas são apenas os pontos de partida para essas transformações.

Não surpreendentemente, o interesse em mindfulness está crescendo, especialmente entre os nativos digitais: na década passada, a taxa de aumento nas pesquisas do Google por mindfulness ultrapassou a de todas as buscas do Google por um fator de quatro. Além disso, anos de pesquisa científica e formas modernas de ensino aumentaram sua popularidade.

Agora, os aplicativos de mindfulness vêm pré-instalados em smartphones e tablets.

No entanto, integrar a atenção plena no contexto corporativo pode ser um desafio. Algumas empresas encontram céticos vocais; outros lutam com formas arraigadas de trabalhar.

Mesmo os líderes e funcionários que estão ansiosos para experimentar a atenção plena acham difícil começar. Para liberar o poder da atenção plena, as empresas terão que adotar uma nova abordagem corporativa.

Para apoiar seus esforços de agilidade, muitas empresas aplicaram soluções “cosméticas” da era digital, como hackatonas, reuniões ágeis (por exemplo, pequenas reuniões diárias para discutir progresso e obstáculos), novas técnicas de visualização e ferramentas de criatividade.

“Os programas de conscientização ajudam os líderes e os funcionários a refletirem de maneira eficaz, concentram-se nitidamente na tarefa, dominam os níveis máximos de estresse e recarregam rapidamente”.

No entanto, a maioria das empresas ainda não criou um ambiente que as prepare verdadeiramente para colher os frutos da agilidade. Muitas vezes, suas formas de trabalho foram moldadas por uma tradição de enfatizar a excelência funcional em detrimento da agilidade, bem como sistemas que favorecem a expertise sobre a mente aberta. Dois inibidores se destacam:

  • Resistência à mudança à medida que o ritmo da mudança aumenta, os funcionários terão que se adaptar continuamente às circunstâncias em evolução. Na maioria das organizações, no entanto, as formas de trabalho existentes deixam os funcionários despreparados para isso. Eles podem, portanto, responder com resistência reflexiva, um mecanismo de defesa para evitar o desconforto da incerteza psicológica. A política organizacional e a falta de comunicação sobre o propósito de fazer mudanças apenas fortalecem essa resistência.
  • Supervalorização de Expertise. Muitos funcionários pensam e interagem no trabalho, aplicando a expertise adquirida antes da era digital, quando a eficiência, e não a agilidade, era o objetivo principal. Tal abordagem encoraja a mente fechada.

Veja esse video, entenda melhor o que é o mindfulness:

Mindfulness facilita a navegação através da incerteza

A atenção plena permite que as pessoas fortaleçam radicalmente sua capacidade de se adaptar rapidamente a circunstâncias em evolução e situações ambíguas e aumentar a velocidade com que aprendem coisas novas. Cria agilidade mental e ajuda as pessoas a olhar para dentro e encontrar respostas.

Em seu recente livro, Altered Traits, Daniel Goleman, um psicólogo de Harvard, e Richard J. Davidson, neurocientista da Universidade de Wisconsin, fornecem uma visão científica dos benefícios da atenção pessoal.

Eles sintetizam três benefícios comprovados de mindfulness que, em combinação, permitem que as pessoas ajam de forma mais eficaz em ambientes imprevisíveis:

  • Permanecendo calmo e de mente aberta. Práticas de atenção plena, como a meditação respiratória, estão associadas a volumes diminuídos de substância cinzenta na amígdala, a região do cérebro que inicia uma resposta ao estresse. Isso reduz a inclinação para interpretar um ambiente incerto como uma ameaça e, assim, reagir defensivamente. Desta forma, a atenção plena melhora a agilidade mental, permitindo que as atitudes mudem de “mas sempre fizemos assim” para “vamos ver o que acontece se tentarmos uma nova abordagem”.
  • Habilidade cognitiva. A atenção plena melhora a memória de curto prazo e a capacidade de realizar tarefas cognitivas complexas. Também libera as pessoas para pensar fora da caixa, o que as ajuda a superar a complexidade. No contexto do desempenho no local de trabalho, os resultados comprovados incluem maior qualidade na tomada de decisões estratégicas e colaboração mais efetiva.
  • Foco e clareza do pensamento. Como observou o Prêmio Nobel Herbert A. Simon, “uma riqueza de informações cria uma pobreza de atenção”. Esse insight, articulado pela primeira vez em 1971, é mais preciso hoje do que nunca. Manter um foco forte neste tempo de sobrecarga de informação digital, portanto, é essencial. A prática regular de rotinas de mindfulness pode reduzir a perambulação mental e a distração. A atenção plena fortalece a consciência de ambas as atividades no momento presente e nos processos e comportamentos mentais (conhecidos como metaconsciência).

Ao fornecer esses benefícios individuais, a atenção aumenta o potencial de iniciativas de agilidade corporativa e transformações ágeis. Ele ajuda as pessoas a inspecionar e adaptar seus comportamentos em ciclos curtos, relaxar para que possam reconectar as atitudes estabelecidas e pensar com clareza em meio a fortes estímulos digitais.

Em suma, a atenção plena facilita a navegação no contexto de incerteza e ambiguidade.

O mundo corporativo tomou conhecimento

Um pioneiro líder em mindfulness corporativo é Jon Kabat-Zinn, que facilitou sua democratização ao projetar um programa chamado Mindfulness-based Stress Reduction.

O curso fornece uma introdução simples e estruturada para práticas de meditação cientificamente comprovadas. Da mesma forma, Chade-Meng Tan desenvolveu o Search Inside Yourself, um curso que combina práticas de meditação com treinamento de inteligência emocional – uma abordagem que ele foi pioneiro no Google.

Mais recentemente, as empresas no Ocidente se voltaram para a atenção plena para promover o bem-estar e a produtividade dos funcionários. O movimento começou entre startups no Vale do Silício e foi implementado por empresas de longa data em todos os EUA e Europa, bem como por órgãos governamentais.

Estes incluem a Aetna, a Beiersdorf, a Bosch, a General Mills, a Goldman Sachs, a Intel, a Royal Dutch Shell, a SAP, a Target, o Parlamento do Reino Unido e a Câmara dos Representantes dos EUA.

Muitas dessas organizações abraçam a agilidade e aspiram a cultivar uma nova forma de liderança. Entre os principais executivos que meditam e incentivam seus funcionários a seguir seu exemplo, por exemplo, estão o CEO da Salesforce, Marc Benioff, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, e o co-fundador do Google, Sergey Brin.

De fato, participar de uma aula de meditação é uma maneira popular de começar o dia de trabalho em muitas empresas do Vale do Silício, incluindo Apple, Facebook, LinkedIn e Twitter.

“A maioria das empresas ainda não criou um ambiente que as prepare verdadeiramente para colher os frutos da agilidade.”

Ao longo de muitos anos, a Bosch, uma empresa multinacional de engenharia que se concentra em componentes automotivos e bens de consumo, aumentou sua agilidade por meio de várias iniciativas. Isso inclui a criação de estruturas organizacionais flexíveis, a introdução de métodos de desenvolvimento ágil e a experimentação de novos modelos e tecnologias de negócios.

Para promover o sucesso dessas iniciativas, a empresa percebeu que precisava mudar fundamentalmente sua abordagem à liderança. De acordo com Petra Martin, responsável pelo desenvolvimento de liderança na Bosch Automotive Electronics, “Mindfulness é uma alavanca essencial para mudar de uma cultura de controle para uma cultura de confiança. A comunicação mudou fundamentalmente desde que introduzimos nosso treinamento de conscientização para mais de 1.000 líderes na organização. ”

Na empresa de software SAP, a atenção plena se tornou um ingrediente essencial da vida corporativa para funcionários e executivos.

Mais de 6.000 funcionários realizaram cursos de mindfulness de dois dias que se concentram em meditações complementadas pela prática do autocontrole e da compaixão.

Além disso, os treinadores de mindfulness interno oferecem meditações guiadas durante o horário de trabalho e um desafio de atenção plena de várias semanas, incluindo “micropráticas” de meditação, como sair de um dia de trabalho movimentado por alguns minutos para se concentrar na respiração.

“Para muitos gerentes, tornou-se o novo normal abrir reuniões com meditações curtas”, diz Peter Bostelmann, diretor da prática global de mindfulness da SAP. Os participantes do relatório do programa mindfulness aumentaram o bem-estar e a criatividade.

Além disso, a atenção plena promoveu melhorias significativas mensuráveis ​​nos índices de confiança dos funcionários e de liderança. Bostelmann viu uma mudança significativa em como os programas de mindfulness corporativos são percebidos. Alguns anos atrás, alguns líderes ridicularizaram o conceito de mindfulness no trabalho.

Recentemente, no entanto, executivos de outras empresas – incluindo a Deutsche Telekom e a Siemens – procuraram o conselho de Bostelmann sobre como adotar conceitos de mindfulness em suas empresas.

A Aetna, uma seguradora de saúde dos EUA, treinou 13.000 funcionários em práticas de mindfulness, resultando em uma redução relatada nos níveis de estresse de 28%. Melhorias anuais de produtividade, um efeito secundário, são estimadas em US $ 3.000 por empregado.

Aetna lançou as iniciativas de mindfulness gradualmente, começando com breves meditações em reuniões de equipe executiva e continuando com aulas de yoga e meditação para todos os funcionários. “Demonstramos que os programas baseados em mindfulness podem reduzir o estresse e melhorar a saúde das pessoas”, diz Mark Bertolini, presidente e CEO da Aetna.

Como as empresas podem implantar o Mindfulness

Para capturar plenamente os benefícios da atenção plena, as empresas devem personalizar seus programas de atenção plena. Embora seja valioso começar determinando o objetivo das intervenções de mindfulness, muitas organizações também alcançaram bons resultados iniciando com um pequeno programa piloto, como fornecer um curso de mindfulness para a liderança sênior.

Para algumas empresas, a atenção plena se tornará um paradigma para o design da organização e para o bem-estar dos funcionários. Em termos de adoção da atenção plena em geral, as organizações podem começar experimentando quatro tipos de intervenções: treinamento de liderança, treinamento de meditação, microprática de mindfulness e coaching de mindfulness.

Treinamento de liderança. Como o guru da administração Peter F. Drucker observou, os líderes precisam tanto de percepção treinada quanto de análise. Cursos de liderança bem elaborados atendem a essa necessidade combinando práticas práticas de mindfulness e inteligência emocional.

Até mesmo cursos de liderança em mindfulness personalizados compartilham elementos comuns. Os líderes devem aprender como integrar as práticas formais e informais de atenção plena à vida cotidiana. Práticas formais são frequentemente meditações guiadas, enquanto práticas informais incluem exercícios de escuta consciente e simplesmente prestar atenção à tarefa em mãos.

Ao instilar a autoconsciência, a autorregulação e a compaixão, os cursos de mindfulness abordam as causas psicológicas de múltiplos problemas de liderança. E como esses cursos também incentivam o desenvolvimento natural de habilidades para gerenciar o tempo, a mudança e o conflito, os programas de treinamento dedicados ao estabelecimento dessas habilidades podem se tornar obsoletos.

Na Bosch, um currículo de treinamento de liderança ágil de um ano envolve três módulos: liderar-se, liderar equipes e liderar a organização. O treinamento de autogestão concentra-se na atenção plena e envolve meditações regulares guiadas, exercícios de comunicação consciente e cursos para ajudar os líderes a evitar as armadilhas da multitarefa.

Em uma empresa multinacional de engenharia, alguns líderes expressaram abertamente ceticismo sobre o valor da atenção plena. A empresa converteu esses céticos em crentes, explicando o conceito em termos leigos, compartilhando pesquisas científicas sobre sua eficácia e inspirando líderes seniores a se tornarem agentes de mudança.

Hoje, a atenção plena é o novo normal para a empresa, e os líderes fazem uma pausa para meditar na sala silenciosa designada antes de tomar decisões importantes ou ter discussões difíceis.

“As empresas que passam por uma transformação através do Mindfulness estão vendo retornos positivos tanto em nível individual quanto em nível organizacional”.

Treinamento de Meditação. Além de treinar executivos, as organizações devem avaliar se devem oferecer oportunidades de treinamento a todos os funcionários. Muitas pessoas estão dispostas a experimentar a meditação, mas lutam para entender por onde começar. Um curso de meio dia a um dia inteiro pode introduzir práticas básicas, como meditações respiratórias ou de escaneamento corporal, para que os funcionários possam continuar sozinhos.

Para reforçar seus cursos de treinamento, algumas organizações – incluindo Google, LinkedIn e Twitter – oferecem meditações guiadas durante o horário de trabalho. O Google também estabeleceu almoços silenciosos e salas silenciosas, onde os funcionários podem reajustar sua mentalidade em meio a um dia intenso de trabalho.

Microprática de Mindfulness. A prática repetitiva de habilidades básicas é essencial para promover o domínio: pense em pianistas que tocam escalas ao longo de suas carreiras ou que jogadores de beisebol pratiquem a prática de batedores antes de cada jogo.

Da mesma forma, os funcionários que completam um programa de meditação precisam continuar praticando, através de micropráticas, para realmente dominar a atenção plena. Meditadores experientes relatam benefícios transformadores de atenção plena depois de terem dominado a integração perfeita das práticas de atenção plena na vida cotidiana.

As organizações devem investir na criação de uma cultura em que as micropráticas de meditação não sejam apenas toleradas, mas sejam ativamente disseminadas por agentes de mudança da atenção plena. Pequenos workshops também podem ajudar a integrar a atenção plena de maneira não intrusiva.

Esses workshops podem ensinar abordagens como a prática STOP de Elisha Goldstein, na qual os participantes aprendem a parar, respirar, observar (pensamentos, sentimentos e emoções) e prosseguir. Além de promover o domínio dos praticantes de mindfulness, as micropráticas podem servir como um ponto de partida fácil para os céticos, que muitas vezes experimentam benefícios surpreendentes após algumas sessões.

Coaching Mindfulness. Os princípios da atenção plena também podem ajudar as equipes a colaborar de maneira mais eficaz. Por exemplo, se os membros da equipe dominam a capacidade de ouvir uns aos outros com atenção e sem interrupção, eles promovem um pensamento mais livre e criativo.

E uma cultura de equipe que valoriza a apreciação em relação às críticas ajuda a criar transparência e abertura. Em seu livro de 2015, Mais Tempo para Pensar: O Poder do Pensamento Independente, Nancy Kline propõe que as pessoas ofereçam comentários apreciativos cinco vezes mais do que fazem observações críticas.

Facilitação por um treinador é essencial para capturar os benefícios da atenção plena no trabalho em equipe. As equipes ágeis normalmente já possuem mestres de scrum ou coaches ágeis, e esses indivíduos também podem se tornar treinadores de mindfulness. Da mesma forma, as equipes executivas poderiam se beneficiar de treinadores de mindfulness para permitir uma comunicação autêntica e um trabalho em equipe eficaz.

Libertando o poder

As empresas que passam por uma transformação através da atenção plena estão vendo retornos positivos, tanto em nível individual quanto em nível organizacional. À medida que líderes e funcionários desenvolvem a mente aberta e a clareza necessárias para navegar em ambientes imprevisíveis, a organização fica bem posicionada para liberar todo o potencial da agilidade.

Para as empresas que ainda não adotaram com sucesso a atenção plena, o imperativo é claro: siga uma abordagem bem projetada e holística para implementar essa solução secular para os desafios da era digital.

Fonte: Knowledge Wharton

O que o cérebro revela sobre gratidão

Novas pesquisas esclarecem a fisiologia da gratidão, aproximando-nos da capacidade de compreender e aproveitar os benefícios para a saúde dessa poderosa emoção.

Imagine que você está fugindo de uma caçada aos nazistas e é levado sob a proteção de um estranho. Esse estranho passa o inverno fornecendo comida e abrigo – até mesmo viajando para outras cidades para transmitir mensagens para os membros da sua família -, mas não tem esperança ou expectativa de pagamento de você. Enquanto seus entes queridos são sistematicamente apanhados pela máquina nazista, esse estranho mantém você vivo e nutre sua fé na humanidade, oferecendo provas de que, no meio do horror generalizado, muitos indivíduos ainda agem com compaixão e dignidade irrestritas.

Quando você pensa sobre esse estranho, o que eles arriscaram, o que você recebeu – como você se sentiria?

Você pode sentir uma onda de emoção positiva, alegria pelo alívio de se preocupar com a sobrevivência e uma sensação de conexão íntima com o estranho que lhe deu esse presente. Em conjunto, esses sentimentos podem ser descritos como gratidão.

A gratidão é celebrada em toda filosofia e religião; Estudos científicos recentes sugerem que traz benefícios significativos para nossa saúde mental e física. Mas muito pouco se sabe sobre o que realmente acontece em nosso cérebro e corpo quando o experimentamos.

Por que isso importa? Porque uma melhor compreensão da fisiologia da gratidão pode ajudar a identificar estratégias para aproveitar seus benefícios à saúde e ajudar as pessoas a entenderem a importância de promover essa poderosa emoção. O objetivo da minha pesquisa foi estabelecer as bases para entender o que acontece no cérebro quando nos sentimos gratos – e uma imagem do cérebro agradecido está começando a surgir.

O que o cérebro pode nos dizer sobre gratidão?
Quando comecei a jornada para estudar gratidão, me deparei com tratados filosóficos e exortações religiosas enfatizando a importância da gratidão, juntamente com estudos científicos sugerindo que a gratidão pode melhorar seu sono , melhorar seus relacionamentos românticos , protegê-lo de doenças , motivá-lo a exercitar e aumentar sua felicidade , entre muitos outros benefícios.

Na época, porém, muito pouco se sabia sobre o que acontece em nossos cérebros e corpos quando sentimos gratidão, o que dificultou entender como a gratidão realmente funciona. Como sou neurocientista, concentrei-me na neurobiologia da gratidão com uma pergunta mais específica em mente: nossa atividade cerebral pode revelar alguma coisa sobre como a gratidão alcança seus benefícios significativos?

Pensei que entender o que acontece no cérebro quando sentimos gratidão poderia nos dizer mais sobre a conexão mente-corpo – a saber, como sentir emoções positivas pode melhorar as funções corporais.

Dada a clara relação entre saúde mental e física, achei que entender o que acontece no cérebro quando sentimos gratidão poderia nos dizer mais sobre a conexão mente-corpo – a saber, como sentir emoções positivas pode melhorar as funções corporais. Também achei que esses resultados poderiam ajudar os cientistas a projetar programas destinados a gerar gratidão ajudando-os a concentrar-se nas atividades e experiências precisas mais essenciais para colher os benefícios da gratidão.

Deve ser dito que capturar pessoas no momento de sentir gratidão representa alguns desafios. Afinal, algumas pessoas podem não sentir gratidão quando esperamos que elas aconteçam, e outras podem até se sentir gratas em situações inesperadas. Eu pensei que minha melhor aposta seria tentar induzir a gratidão através de histórias poderosas de ajuda e sacrifício.

Como fazer um cérebro grato
Para conseguir isso, recorri ao Instituto de História Visual da Fundação USC Shoah, que abriga o maior repositório mundial de depoimentos de sobreviventes gravados em holocausto – muitos dos quais, talvez surpreendentemente, estão repletos de atos de altruísmo e generosidade de tirar o fôlego.

Juntamente com uma equipe de universitários incríveis, comecei observando centenas de horas de depoimentos de sobreviventes para encontrar histórias em que o sobrevivente recebia algum tipo de ajuda de outra pessoa.

Reunimos uma coleção dessas histórias e as transformamos em cenários curtos que compartilhamos com nossos participantes. Cada cenário foi reescrito na segunda pessoa (por exemplo, “Você está em uma marcha da morte no inverno e um colega prisioneiro lhe dá um casaco quente”) e apresentado aos participantes do nosso estudo. Pedimos a eles que se imaginassem no cenário e sentissem, na medida do possível, como se sentiriam se estivessem na mesma situação. Enquanto os participantes refletiam sobre esses dons, medimos sua atividade cerebral usando técnicas modernas de imagem cerebral (na forma de ressonância magnética funcional ou fMRI).

As regiões associadas à gratidão fazem parte das redes neurais que se iluminam quando nos socializamos e experimentamos o prazer.

Para cada um desses cenários, perguntamos aos participantes quanta gratidão eles sentiam e correlacionamos essa classificação com a atividade cerebral deles naquele momento. Embora tal abordagem não elicie exatamente os mesmos sentimentos que realmente vivenciam tais situações, os participantes relataram esmagadoramente sentimentos de gratidão, envolvimento profundo na tarefa e, talvez ainda mais importante, uma maior empatia e compreensão do Holocausto como um resultado da participação no estudo.

Além disso, nossos resultados revelaram que quando os participantes relataram esses sentimentos de gratidão, seus cérebros mostraram atividade em um conjunto de regiões localizadas no córtex pré-frontal medial, uma área nos lobos frontais do cérebro onde os dois hemisférios se encontram. Essa área do cérebro está associada à compreensão das perspectivas de outras pessoas, empatia e sentimentos de alívio. Essa também é uma área do cérebro que está massivamente conectada aos sistemas do corpo e do cérebro que regulam as emoções e apóiam o processo de alívio do estresse.

Mais motivos para ser grato
Esses dados nos mostraram uma história razoável sobre gratidão. As regiões associadas à gratidão fazem parte das redes neurais que se iluminam quando nos socializamos e experimentamos o prazer. Essas regiões também estão fortemente conectadas às partes do cérebro que controlam a regulação básica da emoção, como a freqüência cardíaca e os níveis de excitação, e estão associadas ao alívio do estresse e, portanto, à redução da dor. Eles também estão intimamente ligados às redes de “mu opióides” do cérebro, que são ativadas durante o contato interpessoal íntimo e o alívio da dor – e podem ter evoluído da necessidade de se limpar uns aos outros para os parasitas.

Em outras palavras, nossos dados sugerem que, como a gratidão depende das redes cerebrais associadas ao vínculo social e ao alívio do estresse, isso pode explicar, em parte, como os sentimentos de gratidão levam a benefícios para a saúde ao longo do tempo. Sentir-se grato e reconhecer a ajuda de outras pessoas cria um estado corporal mais relaxado e permite que os benefícios subsequentes do estresse diminuído se espalhem sobre nós. (Recentemente publicamos um artigo científico elaborando essas idéias .)

Talvez ainda mais encorajador, o pesquisador Prathik Kini e colegas da Universidade de Indiana realizaram um estudo subsequente examinando como a gratidão praticada pode alterar a função cerebral em indivíduos deprimidos . Eles encontraram evidências de que a gratidão pode induzir mudanças estruturais nas mesmas partes do cérebro que achamos ativas em nosso experimento. Tal resultado, em complemento ao nosso, conta uma história de como a prática mental de gratidão pode até mesmo ser capaz de mudar e religar o cérebro.

Fonte: Greater Good Science Center da UC Berkeley

O que significa ser grato

O dia de rompimento estava brilhando com o zumbido da natureza cuidando de seus negócios. Inspirando, senti-me acordado pela delicada mordida do ar da primavera. Expirando, senti meu hálito quente subir como uma oração matinal. Não havia nada especial acontecendo, apenas suavemente borbulhando quietude e beleza ao redor. Um momento de paz. Senti-me grata por estar presente e perceber.

O que significa ser grato? Felizmente, isso não significa convencer-se de alguma noção falsa de que tudo está bem e bonito. Viver sua vida com gratidão significa escolher concentrar seu tempo e atenção naquilo que você aprecia. O objetivo não é bloquear as dificuldades, mas abordar essas dificuldades de uma perspectiva diferente. A apreciação nos amolece. Acalma as nossas mentes turbulentas, ligando-nos às coisas maravilhosamente comuns, grandes e pequenas, que de outra forma podemos tomar como garantidas.

Vá em frente e tenha gratidão por um giro agora mesmo. Pense em qualquer coisa em sua vida que você possa se sentir grato: aquele motorista que cedeu quando você percebeu que estava na pista errada, o fato de que o sol nasceu esta manhã, qualquer qualidade em si que você admira. Quando você é grato, como o seu corpo responde? Existe uma sensação de leveza? Formigamento? Calor? De que maneira expressar gratidão muda sua perspectiva? Pode haver uma conexão entre gratidão e felicidade?

A gratidão pode nos ajudar a ver que nem tudo é terrível – nem o tempo todo. Praticar gratidão pode manter nossos corações abertos para a ternura em nossas experiências diárias. Há tantas coisas pelas quais ser grato. Tome árvores, por exemplo. As árvores fornecem frutas e abrigo gratuitamente e até se oferecem como ginásios de escalada para os jovens, os idosos e o que você está pensando em descer de lá Nana! Os reinos selvagens de plantas e animais são exuberantes, coloridos e extravagantes. Estamos cercados de abundância e, ainda assim, descuidadamente girando em direção ao piloto automático, perdendo de vista as maravilhas nutritivas da vida.

O mesmo acontece com as pessoas. Alguma vez você já pegou as meias de outra pessoa, ou ficou até tarde no escritório para ajudar, ou abriu uma porta para um estranho, ou deixou alguém ter o controle remoto? Quando ninguém se incomoda em lhe agradecer, como se sente? E quem você não agradece? Lembre-se: Oferecer nossa gratidão uns aos outros é uma maneira poderosa de fortalecer e até consertar laços emocionais. Tente. É grátis.

Oferecer nossa gratidão uns aos outros é uma maneira poderosa de fortalecer e até mesmo consertar laços emocionais.

À medida que cultivamos uma maior apreciação pelo que está ao nosso redor, podemos incluir ser gratos pelo que está dentro de nós. Podemos nos deliciar e sentir gratidão por nossos talentos e forças únicas. Talvez você tenha um jeito de fazer as pessoas rirem ou de ser um ouvinte astuto. Ou talvez você possa agradecer a si mesmo por simplesmente sair da cama e passar o dia todo. Podemos ser gratos por termos um coração, uma mente e a sabedoria para saber viver com bondade e compaixão.

Aqui estão algumas dicas simples de gratidão que você pode tentar começar agora mesmo:

1. Diga “obrigado!” Quem não quer ser apreciado por seus esforços? Dizer obrigado pode ser um presente e um que também é muito bom!

2. Lembre-se do que você mais aprecia. Quando estiver se sentindo deprimido, tire um momento e anote algumas coisas que despertem gratidão em você, como:

  • O prazer do sol da primavera
  • Uma música ou arte estimulante
  • Uma refeição deliciosa ou nutritiva
  • O riso de uma criança, um sorriso doce de estranho, um momento compartilhado de alegria

3. Preste atenção às suas emoções. Descreva o mais detalhadamente possível como seu corpo se sente quando você expressa gratidão. Quais emoções acompanham esses sentimentos borbulhantes? Que tipo de pensamentos você percebe? Quando você começa a se voltar com mais frequência para as coisas que aprecia, o mundo se abre cada vez mais para revelar que sempre há alguma coisa pequena pela qual você pode ser grato.

Fonte: Revista Mindful

Cuidando de nós mesmos e uns dos outros: o que podemos aprender sobre Mindfulness

À medida que a sociedade se torna mais consciente do impacto adverso que o estresse diários têm na saúde e na felicidade, mais pessoas recorrem ao mindfulness e à meditação como formas de autocuidado. Mindfulness envolve conscientemente atender às nossas experiências – nossos pensamentos, sentimentos, sensações ou arredores – com interesse e bondade. Muitas vezes vivemos no piloto automático, reagindo rapidamente e não pensando sobre o impacto que nossas ações e palavras exercem sobre nós mesmos e sobre os outros, em ambientes pessoais e profissionais.

Para algumas profissões, praticar a atenção plena pode ser uma ferramenta importante e poderosa. Isto é especialmente verdadeiro na enfermagem, pois pode fornecer um antídoto saudável para o que pode ser um trabalho estressante. Todos os dias, as enfermeiras prestam apoio crucial aos pacientes, consolam as famílias e dão boas-vindas a novas vidas no mundo. Como enfermeira do hospital há mais de 20 anos, sei que é preciso muita compaixão e força emocional para navegar no ambiente de trabalho acelerado e frequentemente de alto estresse dessa vocação exigente.

Para equilibrar esses estressores e ajudar os cuidadores a enfrentar e lidar com situações que podem ser emocionalmente desafiadoras às vezes, a Dignity Health incentiva os enfermeiros a praticar a atenção plena para permitir mais conexão e bondade humana. Essa prática ajuda os enfermeiros a se concentrarem em cuidar de si mesmos e melhorar sua própria saúde e bem-estar para que possam estar mais presentes e no momento em que estiverem com os pacientes.

Uma maneira que nós, da Dignity Health, somos capazes de criar mais atenção é através do nosso programa “Pausa Reflexiva”, que incentiva os enfermeiros a reservar alguns minutos por dia para refletir e renovar. Isso pode ser feito indo para uma caminhada, sentado no jardim de cura do hospital, desfrutando de uma xícara de café ou apenas reunindo os pensamentos antes de entrar no quarto de um paciente. Esses momentos permitem que nossa equipe respire profundamente, volte a centrar, volte a focalizar e limpar suas mentes.

Pessoalmente, eu gosto de encorajar os enfermeiros a respirar de forma clara e consciente antes de abrir uma porta para o quarto de um paciente, pegar o telefone para ligar para um colega ou iniciar uma nova tarefa. Isso permite que eles se tornem mais presentes e passem seus dias com integridade e intenção. Tomar esses poucos segundos para se tornar consciente de sua respiração pode ajudá-los a se sentirem mais ancorados e, por sua vez, facilitarem as conexões de cura com os outros.

Outro dia, uma enfermeira contou-me uma história sobre como uma colega estava insatisfeita com uma determinada tarefa que lhe foi dada. Ela me disse que, em vez de jogar na negatividade de seu colega, ela usava seu treinamento de habilidades de consciência e compaixão para adotar uma abordagem diferente. Ela ativamente e conscientemente mudou para o pensamento positivo e saiu do seu caminho para apoiar sua colega enfermeira enquanto ela navegava na tarefa em mãos. Essa atenção plena e mudança de perspectiva ajudaram seu colega a se sentir mais apoiado naquele dia e melhoraram ambos os dias.

Em um hospital da Dignity Health, as enfermeiras de telemetria iniciam cada turno com um “encontro de mindfulness” de dois minutos para ajudar a equipe a se concentrar no dia seguinte. Durante esse amontoado, eles também se reconhecem pelo trabalho bem feito e concordam com uma frase motivacional que os levará ao longo do turno. Este encontro pré-turno prepara os enfermeiros para lidar melhor com situações estressantes e para se sentirem mais conectados com seus pacientes e colegas.

Mas não são apenas as enfermeiras que podem se beneficiar da atenção plena. Todos podemos aprender uma lição com essa prática. Mindfulness ajuda você a cuidar de si mesmo primeiro para que possa cuidar melhor dos outros. Isso não se aplica apenas à medicina. Todos os dias, todos nós fazemos conexões com nossos amigos, familiares, colegas de trabalho e até estranhos nas ruas. Como nós interagimos com eles vem de dentro. Ter tempo para cuidar de nós mesmos, aquietar nossas mentes e focar em um momento, pode nos ajudar a nos conectar melhor com nós mesmos e com os outros, tornando-nos mais saudáveis ​​e felizes.

Quando praticamos mindfulness, isso pode melhorar nossas próprias vidas e as vidas daqueles que nos rodeiam. Dignidade A saúde está criando um movimento nos cuidados de saúde, trabalhando para liberar o poder de cura da humanidade.

Fonte: huffpostbrasil

Mindfulness nas escolas

Quando a Academia Taos perdeu três de seus estudantes para o suicídio, dois anos atrás, a professora Anne-Marie Emanuelli começou a procurar maneiras de lidar com sua tristeza esmagadora.

“De profunda tristeza e desespero, procurava algo para ajudar a mim e aos meus alunos. Eu estava praticando meditação pessoalmente e encontrei um aplicativo no telefone sobre mindfulness ”, diz Emanuelli.

Ela define mindfulness como uma prática ou atividade que permite que você se ensine a se concentrar no momento presente e a ter consciência do momento. Ela experimentou o aplicativo chamado Calma que pode ser baixado para um smartphone ou on-line.

Os exercícios iniciais são oferecidos gratuitamente com mais práticas disponíveis por meio de assinatura. Enquanto trabalhava com os exercícios para si e para sua filha, ela viu que poderia ser uma ferramenta que pudesse funcionar na sala de aula.

“Como parte da missão da nossa escola, enfatizamos o bem-estar social e emocional e fazemos check-ins com nossos alunos. Eu vi que esta aplicação poderia beneficiar os alunos e eu também. Foi algo que pudemos explorar juntos ”, diz Emanuelli.

Junto com outro professor que estava procurando ferramentas, Emanuelli pesquisou sites que atendem às escolas. Ela fez uma aula on-line em mindfulschools.org .

O programa ensinou diferentes maneiras de os professores ficarem atentos e darem um exemplo calmo para seus alunos, bem como práticas que poderiam ser ensinadas na sala de aula. Emanuelli diz: “Tudo se juntou organicamente enquanto procurávamos maneiras de superar o sofrimento”.

Agora práticas de mindfulness são uma parte regular de suas aulas com alunos da sexta e nona séries da Taos Academy. No início ou no final da aula, os alunos ficam um momento em silêncio para se conscientizarem de suas emoções.

Eles aprendem técnicas de exame corporal que os ajudam a se conscientizar dos sentimentos e a ajudá-los a relaxar. Eles podem experimentar caminhar conscientemente ou mesmo comer um biscoito em estado de consciência.

“Tem sido fascinante”, diz Emanuelli. “Houve muito pouca resistência; 99% dos alunos participam. Eles abraçam a possibilidade de ter um momento de silêncio. Na escola, eles estão tão ocupados. Espera-se que eles estejam na tarefa e executem. Fora da escola, seus telefones celulares fornecem informações constantes através do Snapchat e do Instagram. Quando eu pergunto o que eles apreciam sobre mindfulness, eles dizem que são gratos por um momento para relaxar.”

Como resultado dessas práticas, seu relacionamento com os alunos melhorou. Existem menos problemas de comportamento.

Vários alunos baixaram o aplicativo e continuam sua prática fora da sala de aula. “Construiu um sentimento de confiança e comunidade que é realmente maravilhoso”, diz ela. “Na atenção plena, se estamos no presente, não estamos julgando uns aos outros. Isso é realmente positivo para os adolescentes que passam por muitos julgamentos de si mesmos e dos outros ”.

Benefícios para a saúde

Pesquisas mostram que os benefícios para a saúde também advêm das práticas de mindfulness. Conforme relatado pela Associação Americana de Psicologia, os benefícios cientificamente comprovados incluem redução da ruminação (preocupação repetitiva), redução do estresse, melhorias na memória e foco. Estudos mostraram que pessoas que praticam mindfulness são menos reativas emocionalmente e têm maior satisfação com seus relacionamentos e melhores funções imunológicas.

Ao olhar para a atenção plena e observar seus alunos, Emanuelli percebeu muitos benefícios. “A atenção plena nos ajuda a identificar emoções e estresse em nosso corpo, a parar por um minuto antes de reagirmos e identificarmos o que sentimos. Marcando uma emoção, podemos dessensibilizar o cérebro de sua reação de luta ou fuga. Podemos escolher responder em vez de reagir. É profundo também para os jovens e adultos ”.

Atenção Plena Sustentável: Além do Óbvio

Sidni Lamb é um humanitário internacional e diplomata das Nações Unidas, bem como professor universitário e empreendedor social. Sua experiência com o transtorno de estresse pós-traumático de seu tempo em zonas de guerra levou-a a entender que a conexão com o momento presente é o que nos torna os agentes de mudança mais eficazes e criativos.

Lamb diz: “A primeira Conferência de Líderes em Consciência, realizada em 2015, nasceu da visão de um estado mais saudável e mais próspero. Este encontro quebrou o isolamento de 100 novos educadores, empresários, curandeiros e outros mexicanos de todo o estado que integram a atenção plena ao contexto de saúde, educação, negócios e justiça ”.

Lamb viu alguns escritos que Emanuelli fez em suas práticas conscientes na sala de aula e convidou-a para falar no próximo evento de abril no México. Além de mostrar vídeos de sua classe envolvidos em práticas de mindfulness, Emanuelli levará os participantes em algumas práticas para modelar as atividades que ela vem explorando em sala de aula. Ela diz: “É uma oportunidade de compartilhar fora da minha escola e obter feedback e fazer algumas redes”.

Mindfulness para o inesperado

O Improv Medicine of Taos apresentará dois workshops na conferência. O fundador Jason Pfeifer e a diretora de comunicação Irene Loy apresentarão um workshop para jovens chamado “Construindo a comunidade através do Mindful Play”, que incluirá uma série de jogos que levam à conscientização do grupo e a um senso de comunidade.

Uma segunda sessão é chamada de “Liderança Plena através do Movimento Improvisado”. Pfeifer diz: “Nossos corpos nos informam como líderes, se os escutarmos no momento. Conduziremos os participantes através de uma série de exercícios de improvisação baseados no movimento, como forma de praticar a consciência espacial, soltar o corpo e aumentar a flexibilidade das nossas respostas. ”

Liderança juvenil

Julie Tato, de Taos, participou da conferência pela primeira vez no ano passado e vem trabalhando no desenvolvimento de programas conscientes de liderança para jovens. Ela diz: “A conferência inclui atividades para e lideradas por adolescentes e jovens adultos com interesse e experiência em mindfulness, incluindo a integração com poesia, arte, anti-bullying e liderança”.

Tato pratica atenção plena e meditação há 30 anos. Ela ensina jovens e adultos em escolas, ambientes de saúde mental e retiros na Fundação Lama, Golden Willow Retreat e em outros lugares no norte do Novo México.

Ao colaborar com outras pessoas, ela espera expandir as opções de mindfulness para os jovens, trabalhando com a Sangha da Montanha de Taos para fornecer treinamento no ensino de habilidades de mindfulness para crianças e adolescentes. Para o segundo verão, um Acampamento de Mindfulness para adolescentes será oferecido na Fundação Lama em junho.

Uma prática ao longo da vida

Como Emanuelli aponta, Taos é o lugar perfeito para explorar a atenção plena.

“As pessoas aqui estão abertas para coisas novas. É um lugar bonito para se sentar junto ao rio e estar atento ”, diz ela. “Vou continuar essa prática na minha sala de aula. Nós o usamos sempre que os alunos se sentem acelerados. Nós tomamos um momento para respirar. Eu planejo fazer isso para sempre.

Fonte: taosnews